O vereador Ronivaldo Maia foi à tribuna do plenário da Câmara Municipal, nesta quinta-feira, 19 de abril, lamentar e pedir esforço na investigações da morte do ambientalista Carlos Henrique da Costa Guilherme, assassinado no último dia 1º de abril, com um tiro na nuca, em Fortaleza. Ele também destacou os dois anos do assassinato, ainda sem elucidação, do ambientalista José Maria do Tomé.
A presidente da Comissão de Educação da AL, deputada Rachel Marques (PT), ressaltou a importância de campanhas como esta para assegurar os direitos das crianças e adolescentes. “A proibição do trabalho infantil é expressa na nossa legislação e, ainda assim, acontece a exploração sexual de menores, o trabalho escravo e o tráfico de drogas envolvendo nossas crianças. Esta realidade nos mostra a necessidades de ações eficazes”, defendeu.
As atividades da Caravana Nordeste em Fortaleza tiveram início hoje (9) e continuam até sexta-feira (13). Depois seguem pelas capitais nordestinas. Já no interior cearense, elas acontecerão de 2 de maio a 28 de junho, em 20 cidades. Nesses eventos, crianças e adolescentes apresentam suas propostas para eliminação do trabalho infantil e requerem o compromisso das autoridades, que assinarão termo de compromisso.
As caravanas são coordenadas pelos fóruns estaduais de prevenção e erradicação do trabalho infantil com o apoio técnico do Fórum Nacional, e financeiro, da Fundação Telefônica. No Ceará, conta com o apoio do Ministério Público do Trabalho, AL, Secretaria da Educação do Estado, Associação dos Prefeitos e Municípios do Estado do Ceará (Aprece), Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA/CE), e de vários outros órgãos.
O procurador do Trabalho, Antônio de Oliveira Lima, chamou a atenção para importância do engajamento de todos os municípios. “Mesmo com milhares de atividades sendo realizadas nas escolas do nosso Estado, ainda são muitos os casos de exploração infantil. A nossa diferença é que enxergamos a situação pelo olhar das nossas crianças e adolescentes, mostrando a realidade e sugerindo soluções”, explicou Antônio.
De acordo com a representante da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da República, Maria Izabel Silva, a cultura do trabalho infantil ainda está enraizada no povo brasileiro. “Muitas das pessoas que deveriam estar zelando pelo direito das nossas crianças e adolescentes defendem o trabalho infantil. Crianças são mutiladas por operarem máquinas, sofrem problemas psicológicos que lhes acompanham por toda a vida. Precisamos sensibilizar o País”, pontuou.
O secretário de Educação de Fortaleza, Elmano Freitas, afirmou que só com a união das instituições e da sociedade civil, os direitos das crianças e adolescentes serão garantidos.
A audiência contou com a participação de representantes de vários municípios cearenses, e também de instituições especialistas no assunto.
As caravanas são coordenadas pelos fóruns estaduais de prevenção e erradicação do trabalho infantil com o apoio técnico do Fórum Nacional, e financeiro, da Fundação Telefônica. No Ceará, conta com o apoio do Ministério Público do Trabalho, AL, Secretaria da Educação do Estado, Associação dos Prefeitos e Municípios do Estado do Ceará (Aprece), Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA/CE), e de vários outros órgãos.
O procurador do Trabalho, Antônio de Oliveira Lima, chamou a atenção para importância do engajamento de todos os municípios. “Mesmo com milhares de atividades sendo realizadas nas escolas do nosso Estado, ainda são muitos os casos de exploração infantil. A nossa diferença é que enxergamos a situação pelo olhar das nossas crianças e adolescentes, mostrando a realidade e sugerindo soluções”, explicou Antônio.
De acordo com a representante da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da República, Maria Izabel Silva, a cultura do trabalho infantil ainda está enraizada no povo brasileiro. “Muitas das pessoas que deveriam estar zelando pelo direito das nossas crianças e adolescentes defendem o trabalho infantil. Crianças são mutiladas por operarem máquinas, sofrem problemas psicológicos que lhes acompanham por toda a vida. Precisamos sensibilizar o País”, pontuou.
O secretário de Educação de Fortaleza, Elmano Freitas, afirmou que só com a união das instituições e da sociedade civil, os direitos das crianças e adolescentes serão garantidos.
A audiência contou com a participação de representantes de vários municípios cearenses, e também de instituições especialistas no assunto.





